Livro sobre Educação Musical e Deficiência, de cunho científico-pedagógico, escrito por dois pedagogos da área musical e um médico. O livro traz informações teóricas e jogos pedagógicos para inclusão de pessoas com deficiência na aula de música.
 

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A Trupe do Trapo é um grupo cênico-musical de inclusão social, semi-profissional, formado por 18 integrantes sendo estes: 13 pessoas com distúrbios e deficiências: mental leve e moderada, física, autismo, visual, problemas psiquiátricos e problemas de aprendizagem e 5 pessoas sem deficiência. A faixa etária dos integrantes do grupo varia de 12 a 72 anos.

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A presente pesquisa apresenta um estudo sobre a utilização da música com objetivos terapêuticos em diversos contextos clínicos da saúde, tomando como base o referencial teórico da Musicoterapia e da Bioética. Oriunda dos questionamentos sobre a prática clínica dos profissionais da saúde e de como evitar que a música torne-se um elemento iatrogênico, tomando como referência os princípios da beneficência e da não-maleficência, o referido estudo busca identificar características das práticas profissionais que utilizam a música na saúde e os fatores que podem ser considerados de risco para desencadear um efeito iatrogênico. Por meio de uma pesquisa qualitativa, na qual foram utilizadas entrevistas semiestruturadas e estudo da prática clínica de um musicoterapeuta, foi possível conhecer um
pouco mais sobre a prática clínica dos profissionais da saúde que empregam música. Para o tratamento dos dados, utilizou-se a análise de conteúdo e, como técnica, a análise categorial temática. O embasamento científico no uso da música com objetivos terapêuticos na saúde revelou-se, como de fundamental importância para que as experiências musicais não se tornem iatrogênicas.

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O processo de inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais vem acontecendo de forma lenta e desordenada. Estudar os principais teóricos
da inclusão possibilitará compreender como a educação musical poderá se inserir neste contexto de mudanças. Este trabalho, portanto, tem dois grandes objetivos, reconhecer em que medida a educação musical poderá ser utilizada como um recurso viável e uma ferramenta prazerosa para a inclusão escolar e analisar a inclusão escolar como uma estratégia importante no retorno da educação musical às escolas, no momento em que os professores necessitarão de todos os recursos disponíveis para promover essa inclusão escolar de forma íntegra e com sucesso. O presente trabalho fixou como método a pesquisa bibliográfica, que será realizada à luz dos estudos mais atuais sobre os temas. Como principais resultados encontrados deste estudo, podemos destacar que a educação musical nas escolas regulares está ainda longe de atingir o ideal, porém, o ensino de música caminha em direção ao fazer musical criativo, à escuta musical crítica e esses conhecimentos são acessíveis a todos os indivíduos, indistintamente, podendo de fato auxiliar a inclusão escolar. Por sua vez, a inclusão escolar poderá ser um caminho através do qual a educação musical poderá voltar às escolas regulares.

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Esta monografia tem como objetivo sugerir algumas atividades musicais que podem ser realizadas com alunos surdos. Para isso, é necessário conhecer um pouco sobre a
história da educação dos surdos e sua cultura. Foram citados alguns fatos históricos que marcaram a educação dos surdos no Brasil e no mundo. Foram realizadas atividades musicais na Escola Municipal Rosa do Povo, em uma turma de alunos surdos que participa do programa do bilingüismo no estado do Rio de Janeiro. A proposta das aulas foi de constatar, através da observação, a reação, a apreciação e a execução musical dos alunos. O principal parâmetro musical utilizado nas aulas foi a vibração. As atividades musicais foram planejadas a partir de Louro, em seu livro Educação musical e deficiência: propostas pedagógicas (Louro, 2006).

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